top of page

QUEM NESSE BOTE?

Foto de rosto em preto e branco. Sou uma mulher branca, gorda, rosto fino, queixo pontudinho. Cabelo castanho claro, curtinho e cacheado, sobrancelhas finas, olhos castanhos, redondos e grandes, nariz comprido e fino, lábios médios e sorriso largo.

Mariana Farcetta

Graduada em Licenciatura em Artes Visuais pelo Centro Universitário Belas Artes de SP, com especialização em Educação Inclusiva e Deficiência Intelectual pela APAE-SP, Arteterapia pela PUC e Arte-Reabilitação pela AACD, Mestre em Saúde, Interdisciplinaridade e Reabilitação pela FCM-UNICAMP. Atualmente, realiza atendimentos em ateliê terapêutico e consultorias em acessibilidade cultural. Em 2022 e 2024, trabalhou na assessoria para a implementação da Lei Emergencial Paulo Gustavo e da Lei Aldir Blanc em Atibaia e também como parecerista de projetos em Joanópolis. É cofundadora do Coletivo Desvio Padrão e do Ateliê Caderno de Artista, ambos comprometidos com os princípios de inclusão, justiça social, bem-estar, sustentabilidade, comunidade e equidade.

Fotografia em preto e branco. Sou uma mulher cisgênero de pele clara, magra. Meus cabelos são lisos com algumas ondas, aqui estão claros e compridos. Tenho as sobrancelhas grossas, o nariz larguinho e os lábios volumosos. Uso óculos de grau (adorava esse par de óculos tartaruga mais estreitinhos, mas os perdi!) e um poncho cheio de padrões e cores (que no preto e branco da foto, se traduz em matizes).

Maria Fernanda Carmo 

Formou-se no curso de Terapia Ocupacional da USP, é especialista em Acessibilidade Cultural pela UFRJ. Trabalhou no CAPSi-Sé e no Núcleo de Estimulação Precoce da APAE-SP. De 2005 a 2009, tocou projetos na Fábrica de Criatividade coordenando os Núcleos Pedagógico e de Programação Cultural, com foco na democracia cultural e na garantia do direito dos diversos públicos aos bens e práticas culturais. Co-fundou, em 2014, a produtora cultural "Panaméricas Diásporas". Em 2016, na França, contribuiu com a “Accessud”, um escritório de estudos e implementação em acessibilidade, e com o site Accessible.net, reportando ali barreiras e acessibilidades dos espaços culturais da cidade de Perpignan. De volta a São Paulo, co-organizou em 2018 o Coletivo Desvio Padrão e em 2020, a produtora de conteúdos sonoros "Rádio a Granel".

Esta é uma foto em preto e branco, sou visto até a altura do peito. Sou um homem branco, de cabelos curtos e encaracolados. Meus olhos são castanhos, redondos e fundos. Tenho nariz grande, boca pequena e queixo levemente quadrado. Estou com uma camisa escura aqui, de botões, provavelmente com alguma intenção falha de parecer sério. Ah, outra coisa: a minha orelha direita e ligeiramente menor que a esquerda, além de ter um formato meio... um formato meio não sei qual. Quer saber do que mais? Eu tenho mania de achar tudo interessante, o que faz com que eu não me aprofunde em nada e tenha uma sensação perene de que estou sempre 20 minutos atrasado na vida, mesmo sendo bastante pontual. Por outro lado, eu sou bom escrevendo, sou bom atuando e sou muito bom fazendo consultoria de audiodescrição.

Edgar Jacques

Edgar Jacques é formado ator pelo Teatro Escola Macunaíma e Escola de Atores Wolf Maya. Participou de peças teatrais como “Acorda Amor”, “O Grande Viúvo” e “Clarear”, todas dentro do projeto "Teatro Cego" - encenações realizadas no escuro. Também produziu e escreveu as obras "Um Homem Comum" e "Colibri, o Ator Cego". Em 2019, estreou, com o Coletivo Grão, a peça infantil "O Rouxinol e a Rosa", baseada no conto homônimo de Oscar Wilde. Em 2020, escreveu e dirigiu o espetáculo “Só se fechar os olhos”, do Coletivo Desvio Padrão. Ainda em 2021, com o apoio do Proac, lançou seu primeiro romance - “Encontramos o Gato Verde” em três versões - física, pdf digital e sonora. Edgar é também consultor em áudio-descrição, e trabalhou para empresas como Ver Com Palavras, Iguale e ETC Filmes, além de fazer consultoria de modo autônomo.

Sou uma mulher branca, magra, na faixa dos 40 anos. Os meus cabelos são castanhos, lisos e chegam à altura dos ombros. Meu rosto é oval, os olhos são pequenos e os lábios finos. Na foto, que é em preto e branco, sou vista do peito para cima. Uso uma blusa de lã fina com a gola alta e um colete de tactel por cima. Sorrio, contida e contente.

Thais Ortega

Formada em Psicologia pela Universidade São Marcos e pós-graduada em psicanálise pela Escola de Psicanálise de São Paulo. Atuou como coordenadora de acessibilidade na ETC Filmes por 7 anos. Em 2018, realizou o primeiro treinamento de acessibilidade para o mercado audiovisual a respeito da Lei de Acessibilidade nos Cinemas (IN 128), além de ministrar cursos e prestar consultoria para instituições como Sesc RJ e 42ª Mostra Internacional de Cinema de SP. Em 2021, coordenou o desenvolvimento e lançamento da plataforma de streaming PingPlay voltada ao público com deficiência. Hoje, presta serviços de tradução, consultoria e capacitação em acessibilidade, além de atuar como Language Customization Specialist na Warner Bros Discovery.

Selfie em preto e branco. Sou uma mulher cisgênero, tenho 33 anos, parda para alguns, negra de pele clara para outros. Tenho os cabelos cacheados, um pouco abaixo dos ombros, castanho-escuros com leves mechas mel, não mais, apenas nesta foto. Tenho rosto oval, sobrancelhas escuras e arqueadas, olhos castanhos-escuros, nariz e lábios médios. Sorrio, como em quase todas as minhas fotos; sagitariana de riso solto. Estou de regata e um colar dourado com pingente de carta de tarô. No braço direito, aparece parte da minha tatuagem da Moana, personagem com quem me identifico fisicamente e pela história.

Gabi Flores

Atriz e Audiodescritora. Formada em Comunicação Social com habilitação em Rádio e TV pela Universidade São Judas Tadeu, em 2016, e atriz pela Escola Recriarte, em 2021. Estudante de Humor na SP Escola Superior de Teatro (2025). 
Participou de várias montagens teatrais direcionadas ao público adulto e infantil. Em 2017, ingressou na área de acessibilidade audiovisual na empresa ETC Filmes, onde atuou no controle de qualidade dos conteúdos de vídeo, áudio e legendas, além de filmes com recursos de acessibilidade como audiodescrição, Libras e legenda descritiva. Desde 2017, exerce a função de roteirista de audiodescrição para conteúdos audiovisuais e imagens estáticas, abrangendo áreas como cinema, publicidade, teatro, internet e exposições. Presta serviços de audiodescrição desde 2022 para a Netflix, por meio da empresa canadense Descriptive Video Works. Membro do coletivo Desvio Padrão desde 2020.

Sou um homem branco, de cabelo curto e liso, com barba e bigode curtos. Estou usando uma camiseta preta. Tenho um sorriso aberto e o ombro esquerdo está levemente inclinado.

Guilherme Felipe

Tradutor intérprete surdo, curador do projeto 3 Sinais Libras, que dissemina conceitos e vocabulário da língua brasileira de sinais. Contribuiu como assistente de Libras no Museu da Inclusão entre 2022 a 2023. Atua com interpretação simultânea na modalidade feed na área educacional e cultural. É voluntário na Associação de Surdos de Piracicaba, elaborando conteúdos que fomentam o conhecimento da gramática da Libras entre pessoas surdas.

Foto em preto e branco. Eu sou uma mulher branca. Aqui estou com o cabelo liso abaixo dos ombros. Sou vista meio de baixo para cima ou, talvez, eu esteja olhando de cima para baixo, com uma expressão neutra. Uso uma camiseta preta e um colarzinho. Atrás de mim, mais ao fundo, tem umas janelas no alto, compridas e com vitrais.

Flávia Lima

Editora audiovisual, tradutora, intérprete Português-Libras, roteirista de audiodescrição e consultora de acessibilidade. Formada pela Universidade Federal de São Carlos. Atua como intérprete feeder no Instituto Sedes Sapientiae, integra o Coletivo Notícia em Movimento e é voluntária na Associação de Surdos de Piracicaba.

Foto e preto e branco. Sou um homem branco de cabelos castanhos e curtos. Uso óculos de grau.  Sorrio e estou com a mão no queixo. Estou com uma camisa escura.

Filipe Oliveira

Filipe Oliveira é músico, professor e jornalista. É graduado em Educação Artística com Habilitação em Música pela Faculdade Santa Marcelina. Tem baixa visão em decorrência de uma retinose pigmentar e por isso aprendeu a escrita musical em braille. Como professor, dedica-se ao ensino de piano e da musicografia braille em aulas particulares. Como jornalista, colabora com a Rádio ONCB, da Organização Nacional de Cegos do Brasil, e escreve o blog Haja Vista, sobre inclusão de pessoas cegas e com baixa visão, na Folha de São Paulo. É autor do canal de YouTube Toque Musical, que oferece informações sobre partituras em braille. É jornalista no Comitê Paralímpico Brasileiro.

DEIA
Fotografia em preto e branco. Sou uma mulher parda, com cabelos escuros e cacheados, presos em um coque acima da cabeça, e com um franja lisa até o meio da testa. Meus olhos castanhos estão virados para frente, porém estou com o rosto levemente virado para a minha esquerda. Uso batom escuro, brincos grandes e finos que vão até a altura dos ombros e uma regata preta com gola alta. Tenho uma tatuagem de rosa dos ventos no braço direito, próximo ao ombro. Meu braço esquerdo está meio levantando, nele há tatuagem de ramo de folhas que tenho perto da mão. Falando sobre minha mão, ela está com o punho fechado e minhas unhas com esmalte escuro.

Deia Xavier

Graduada em comunicação social com habilitação em midialogia pelo Instituto de Artes da Unicamp. Foi curadora e mediadora da mesa de debate Rádio 2.0: A Relação Produtor-consumidor No Podcast, no UNIMÍDIA 2018, sobre como o podcast pode ser uma ferramenta de transformação social. Foi técnica de áudio e redatora na produtora Maremoto Podcasts. Trabalhou com comunicação institucional, gerenciamento de redes sociais e produção de conteúdo em múltiplas plataformas online e offline, com foco na defesa dos direitos humanos, nas seguintes organizações do terceiro setor: Instituto Alana, Instituto Rede Mulher Empreendedora e, atualmente, no Instituto de Defesa do Direito de Defesa.

Foto em preto e branco, sou vista da cintura para cima. Sou uma mulher cisgênera de traços mestiços de indígena Tapuya e descendente de europeus. Tenho cabelos longos, escuros e ondulados, aqui eles estão repartidos ao meio. Meu olhos são castanhos e amendoados, nariz alongado e uma boca média. Tudo isso distribuído em um rosto bem oval. Na foto estou olhando bem para você e sorrindo levemente. Uso uma regata de tricô e com a mão direita, segurou um ramo de diversas plantas. É possível ver algumas das minhas tatuagens no braço esquerdo, um lobo guará e parte do desenho de uma palma da mão envolvida por uma serpente. Se te bateu curiosidade do porque dessas tatuagens, quando a gente se encontrar eu te conto! Já ia esquecendo, na foto estou em um parque. É possível ver várias plantas ao fundo.

Anali Dupré

Anali Dupré é artista da imagem e especialista em educação para promoção da justiça social, com mais de 12 anos de atuação na interseção entre arte, educação e diversidade. Atua também na elaboração, implementação e acompanhamento de ações de acessibilidade em espaços museais, projetos culturais e audiovisuais. Mulher LGBTQIAPN+, pessoa com deficiência visual e de origem cabocla, dedica sua trajetória a ampliar o acesso de diferentes públicos à cultura, fortalecendo juventudes, comunidades tradicionais e movimentos sociais.

Sou uma mulher cisgenero branca. Na foto preto e branco sorrio levemente com os lábios fechados e olho para frente. Tenho olhos pequenos castanhos, que tremem as vezes, e cabelo castanho escuro, ondulado, na altura dos ombros - tinha acabado de cortar na época. Uso batom e uma blusa de botão. Ao fundo, há uma parede branca com um quadro de folhas e flores.

Bárbara Barros

Bárbara é formada em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo. Após quatro anos de atuação no Comitê Paralímpico Brasileiro, fez transição de carreira para área de tecnologia, na qual atuou como analista de teste de qualidade em acessibilidade seguindo a norma internacional WCAG. No momento, é consultora de audiodescrição e palestrante sobre acessibilidade e inclusão. É pessoa com deficiência visual (baixa visão) e caminha ao lado da cão-guia Yzzie desde 2020.

bottom of page